Se o Bezerra ainda estivesse vivo, ele poderia escrever um samba sobre Woody Allen chamado “O Diretor caô caô” ou “O Diretor 171″. No filme que fez em Roma, o gênio estava com preguiça. Reciclou piadas, situações, ideias, personagens e fez uma massaroca que faz você ter vontade de sair do cinema e ir assistir Faustão. Sério, com uns 15 minutos de filme dá para saber que você foi roubado. E a coisa só piora.
Se continuar com um filme por ano, Woody Allen vai acabar filmando em Osasco
O elenco fodão não salva o filme, que conta umas seis histórias ao mesmo tempo
Descobri que ninguém nunca clica no link do “Siga o Resenha em 6 no Twitter“.
De novo, Woody Allen se vira para criar uma história em uma cidade que deu dinheiro para ele. De novo, ele faz um filme bem bacaninha acertando no elenco, no roteiro e na direção. Os destaques são a imitação perfeita que Owen Wilson faz do Woody Allen ator e as toneladas de piadas com referências a artistas míticos como Dali, Picasso, Hemingway e outros. Para completar, o filme defende bem uma teoria sobre o gosto pela nostalgia.
Uma das próximas locações patricinadas de Allen deve ser o Rio de Janeiro
O filme conta com uma participação meio desnecessária da Carla Bruni
Desnecessária só porque a musa do filme deveria ser a Léa Seydoux, que aparece pouquinho
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