Em edição comemorativa, esse simpático guaraná retorna com o rótulo e garrafa semelhantes ao de seu lançamento, em 1948. Depoimentos por aí dizem que o sabor mudou ao longo das décadas (quem duvida?), o que deve ter sido uma boa, porque este está consistente e suave. Como é fabricado em Leme (interior de SP), vai ser difícil achar por aí, mas vale cada um dos míseros R$ 2 e pouco que se cobra nele.
Como todos os guaranás tem esse gosto de infância de tubaína, até o Kwat, é de se pensar que o único que não sabe o que está fazendo é o da Antártica.
Ainda não me conformo com o preço da garrafa de 600 ml – R$ 2!
A cor é tão esquisita quanto o gosto. Você abre a latinha esperando tomar um refrigerante e o que bebe é algo que fica no meio termo entre Tang dormido e aquela H2O amarelinha, com o gosto de quisuco predominando. Tomei só uma vez para fazer esta resenha. Não tomo nunca mais.
Sabe gente, quando vejo essas coisas fico preocupado com o futuro
Não falta inventar quase mais nada. E o que falta inventar não é bom.
Todos sempre souberam que Dollynho, o capeta em forma de guri, iria dominar o mundo. Fomos surpreendidos quando começaram a vender refrigerantes dietéticos, já que a empresa nunca teve nada que pudesse os levar tão longe. Mas a coisa ficou realmente séria com o Dolly Citrus, que por mais incrível que pareça, é muito bom e a garrafa é de 2L, ganhando dos outros refrigerantes citrus de 1 ou 1,5L.