Resenha em 6

Resenhas de filmes, livros, músicas, restaurantes, bares, produtos, programas de TV e afins, em até seis linhas.

Sep
20
2012
CarolaCifuentes

O Palhaço (Selton Mellon, seu palhaço, vai pro Oscar?)

Resenhado por CarolaCifuentes

Pangaré é um palhaço que vive um conflito de carreira. Questiona: Quem faz um palhaço rir? Essa dúvida somada a vontade de descobrir algo novo e a um desejo consumista: um ventilador; fazem com que ele desista do circo e saia por aí. O filme é bacana, tem alguns elementos de filme globais e de filme cult, também. Selton Mello é o faz tudo deste filme: escreveu, dirigiu e interpretou. Ou seja, para o que precisar chame o Selton Mello.

  • O filme é o representante nacional para Oscar. Quem disse que palhaço num chega a lugar nenhum?
  • A arte dos créditos é linda.
  • No blog tem mais e com o vídeo dos créditos: carola.cifuentes
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Jul
18
2012
um vilão especialmente convidado

E aí, comeu? (comédia nacional)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


Fui sem grandes expectativas e assisti por acaso. Tenho preconceitinho com filmes de atores globais, mas confesso que me surpreendi. No início, torci o nariz pelo excesso de palavrões e franqueza machista, mas depois deixei de lado os feminismos, machismos e pré-julgamentos do gênero e dei muita risada. Fora alguns momentos mais forçados, o saldo é positivo e recomendo.

 

  • RESENHADO ESPECIALMENTE PELA CRIS MOURA
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  • Pra convencer os mais intelectuais: é um roteiro (pra uma peça) do Marcelo Rubens Paiva (sabe, né? Do “Feliz Ano Velho”).

May
22
2012
@julianojubash

Eu receberia as piores notícias do seus lindo lábios (cinema nacional)

Resenhado por @julianojubash

Quem sempre sonhou em ver a Camila Pitanga pelada deve ir correndo ao cinema. Do contrário, é bom entrar na sala com uma boa dose de paciência. O diretor abusa da falta de continuidade, das tomadas poéticas e da imaginação do público. Como li o livro que originou o longa, me incomodou demais a eliminação de vários personagens e cenas cruciais. No filme, trocaram as reflexões por muita putaria e pouco contexto.


Apr
16
2012
@julianojubash

Heleno (cinema nacional)

Resenhado por @julianojubash


Heleno é daqueles filmes que você nunca vai esquecer. A fotografia, a edição e o protagonista te fazem viajar aos anos 40 e acompanhar o mergulho de um “James Bond do futebol” até o buraco que fica embaixo do fundo do poço.  E não dá para não elogiar o trabalho do Rodrigo Santoro, tanto na fase “fodão” quanto na fase “fodido”, o cara manda bem demais. Um filme brilhante!

  • Não sei se foi apenas na sala em que eu vi, mas rola um chiado artificial o filme todo. Isso eu achei uma bosta.
  • Será que daqui uns 20 anos, vai rolar o filme “Adriano”?
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Jan
26
2012
srsayeg

2 Coelhos (filme)

Resenhado por srsayeg

“Matrix”, “Irreversível” e “O Resgate do Soldado Ryan” são filmes esteticamente incríveis, que revolucionaram os padrões do cinema da época. Em “2 Coelhos”, o estreante Afonso Poyart faz o mesmo: inventa uma linguagem visual realmente nova, original e sensacional (muito melhor do que o trailer sugere). Roteiro emocionante, atuações incríveis, um filme de arrepiar. O melhor nacional desde “Tropa de Elite”. Imperdível.

  • Sei que parece exagero. Mas vá ver o filme. Sério.
  • Veja se você saca o significado do segundo coelho.
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Jun
07
2011
@julianojubash

Estamos juntos (cinema nacional)

Resenhado por @julianojubash


O filme retrata uma São Paulo caótica e contemporânea que imprime sua desigualdade e sua correria na vida de uma médica (bem interpretada por Leandra Leal). O lance é que a coisa não evolui muito e fica tudo mais ou menos na mesma no começo, no meio e no final do longa. Entrei no cinema sem nenhuma expectativa, mas mesmo assim, sai com sensação de não ter visto nada de que eu vá me lembrar daqui uma semana.

  • Cauã Raymond interpreta um gay estereotipado. O povo adora.
  • Estamos juntos seguindo o @resenhaem6

May
17
2011
@julianojubash

Histórias de amor duram apenas 90 minutos (filme nacional)

Resenhado por @julianojubash


Pela primeira vez, admiro um trabalho do Caio Blat. Neste filme ele interpreta um vagabundo muito do bem, que só quer transar (primeiro com a mulher, depois com outras), encher a cara e terminar de escrever o seu primeiro romance. O elenco todo, aliás, merece elogios. O rabugento pai do protagonista, vivido por Daniel Dantas, e a argentina linda e safadinha Luz Cipriota, estão perfeitos em seus papéis. Bastante divertido.

  • Assista para ver a cena do provérbio “fui buscar lã, voltei tosqueado”
  • Faça como a linda Maria Ribeiro, que está no filme e segue o @resenhaem6
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