A produção é tosquinha. Traz basicamente os caras do grupo falando, alguns parentes, alguns caras da MTV, e os vídeos antigos que eles faziam quando eram pivetes. Mesmo assim, é sensacional ver Adriano “Joselito” Pereira imitando mulher toscamente quando tinha 11 anos –igualzinho faz hoje. Também vale ver para conhecer as histórias das origens de personagens como Boça, Joselito e, claro, Hermes e Renato.
Va lá que Will Smith nunca fez lá nenhum super épico memorável, mas nesse ele extrapolou. Deve ter pago uma grana preta pro Shyamalan e dito: “Toma aí e faz o pirralho aparecer em 99,9% do tempo do filme que eu tô cansado de pagar mesada”. Daí, Super Will do futuro quebra a perna nos primeiros 5 minutos e fica controlando o filho via Wi-Fi no planeta terra selvagem do futuro contra animais evoluídos from hell, até que o boy de repente se torna super Modafoca igual ao pai e salva o dia.
Tão ruim que não vale nem o download ilegal via torrent.
O Shyamalan devia pedir pra tirar o crédito de diretor, tá na cara que o Will fez tudo.
OK, admito, Seven Pounds é bom, mas não redime o Will desse fiasco.
Como o nome do filme já explica tudo, não vou ser redundante aqui. Prefiro dizer que ver (meio que obrigado) essa comédia romântica foi uma das experiências mais humilhantes da minha vida. E, veja, já tenho muitos pontos no cartão de milhas da humilhação. Por que é tão ruim então? Porque além de óbvio e feminista fora de hora,o filme tem umas piadinhas escatológicas que fazem qualquer um sentir vergonha por estar vivo.
Faz mais de um ano que eu vi. E ainda me traumatiza lembrar.
Eu gosto até dos piores épicos (tipo Alexandre) e dos piores filmes de máfia. Mas com esse não teve nem como assistir até o final. Ser muito óbvio não é pecado no segmento dos filmes de máfia, mas, porra, as coisas vão acontecendo no filme sem ter muito motivo. O caminho do cara pobre que vira chefão é percorrido sem nenhuma lógica. Vou parar por aqui. Me irrita só de lembrar.
Foi uma sacanagem que fizeram é por o Christopher Walken no elenco. Ele quase não aparece. Usaram o nome do cara para fingir que o filme é minimamente decente. Não é. Tem o Val Kilmer!
Aqui no Brasil, o título genérico engana. Lá na gringa, o nome é Kill the Irishman
Sabe aqueles velhinhos que vão perdendo a noção e, quanto mais o tempo passa, mais divertidos ficam? Assim é Velozes e Furiosos. Esse sexto filme repete o dream-team do anterior, revive outros mortos, tem moto, carro rampa, tanque de guerra, gente voando, briga de mulher mas, infelizmente, poucas cocotas em trajes safadeenhos. Agora o lance é só ação acéfala. E nesse quesito, o filme é pura diversão.
Num remendo bem do sem vergonha, tentam encaixar a morte do Han após esse sexto filme, dando um pouco de coerência à história. O resultado foi exdrúxulo, mas pelo menos já sabemos que será o vilão do sétimo filme
Para salvar a série, chamaram todos os personagens relevantes dos outros filmes (inclusive Han, que morreu no terceiro), adicionaram Dwayne “The Rock” ao cast e botaram esse povo para correr, roubar e brigar com o chefe de um morro carioca, um traficante com sotaque de português. Às vezes medidas desesperadas dão certo. Com uma média de 150 frases de efeito por minuto, Fast Five é o filme mais forçado, errado e divertido da série.
Onde fica o deserto carioca que aparece no filme?
Parece que se ligaram da cagada do Han só depois e no Velozes 6 vão tentar explicar isso
Apesar do rocambolesco e comprido nome em português, em inglês o filme se chama apenas Fast Five, afinal já estamos muito íntimos da série para chama-la por nomes tão compridos