Resenha em 6

Resenhas de filmes, livros, músicas, restaurantes, bares, produtos, programas de TV e afins, em até seis linhas.

dez
05
2011
um vilão especialmente convidado

Bar da Dona Onça (Bar no Copan)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


“A partir de agora e por todo o tempo que você permanecer no bar, seremos responsáveis pela sua felicidade”. Escrita em um quadro negro, a frase recebe os clientes que adentram o bar da Dona Onça, no pé do edifício Copan. Da bandana dos garçons às toalhas das mesas, toda a decoração é com estampa de oncinha. É pequeno, está sempre lotado, mas a comida é uma delícia, feita no capricho, e o atendimento é exemplar.

  • Almoçar lá é uma experiência tão boa que é quase um abraço.
  • Não deixe de provar pelo menos uma caipirinha. Os sabores são diferentes e deliciosos.
  • Vai lá: Avenida Ipiranga, 200 – Edifício Copan – São Paulo
  • RESENHADO ESPECIALMENTE PELA MANUELA MACAGNAN
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nov
30
2011
@julianojubash

Devassa Pinheiros (boteco)

Resenhado por @julianojubash


Gigantesco, o bar sempre tem mesas para acomodar você e servir uma porrada de variedades de chopp (trigo, indian, etc..), todos bem servidos com preços razoáveis e sem a pressa de certos botecos da Vila Madalena. Outro dia arrisquei um hambúrguer de lá, e deu conta do recado. Só fique esperto para não ficar perto demais do show ao vivo, às sextas.

  • Já ouvi gente reclamar do atendimento, mas para mim sempre foi 10
  • Minha pedida preferida é a Devassa Índia
  • Fica na rua dos Morás, 40 (na prática, é na Pedroso, perto da Fnac)
  • Antes, o local abrigava uma Escola Infantil!
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set
23
2011
um vilão especialmente convidado

Vegas Wild On (Balada)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


A festa prometia garotas loucas fazendo body shots e camisetas molhadas, o que não aconteceu. Três pirigóticas acabaram fazendo a alegria da rapaziada a noite toda no pole dance. Não entregou o que prometeu, mas não decepcionou. Bom som e banda farofa cover divertida. Lotado de pirigóticas super montadas, o que dá uma certa de preguiça, mas dá pra ir de vez em quando sem medo de ser feliz.

  • RESENHADO ESPECIALMENTE PELA MAYUMI SATO
  • Reza a lenda que rolou um micro concurso de camiseta molhada no final. Com 3 garotas de sutian. Ou seja…
  • A foto acima não tem relação alguma com a festa. Mas é legal, não é?
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set
08
2011
um vilão especialmente convidado

Marypop (Balada pra Otário)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


A casa é grande, os preços são aqueles desonestos de balada mas não chegam a ser impraticáveis, tem uma boa área de fumante e uma pista legal. Receita de sucesso se nos dias de show não rolasse fila de UMA HORA E MEIA para pagar a comanda. 1h30 pra sair. Falta planejamento e noção. Se a casa não tem estrutura para receber as pessoas simplesmente não pode promover o evento. Não volto mais.

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ago
03
2011
@julianojubash

Torta Guinness (comida para ogros)

Resenhado por @julianojubash


Junte um rodízio de pizza, um rodízio de carnes e um porre de cerveja. Plim! Com esses ingredientes condensados o Empório Alto de Pinheiros criou uma torta de aparência imponente e sabor inconfundível. A carne, a massa e o gostinho de Guinness formam um rango capaz de matar a fome de qualquer ogro. Uma delícia.

  • A iguaria é vendida no Empório Alto dos Pinheiros
  • É quase impossível comer sozinho… mas eu comi!
  • Tem receitas por aí para fazer em casa. Procure
  • A foto acima é aleatória. Só para ilustrar mesmo.

 

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jul
22
2011
@julianojubash

Trash 80’s Centro (filial do inferno)

Resenhado por @julianojubash


Toda a flora bacteriana que você possa imaginar, com direito a travecos, gente recém-saída da firma, playboys classe C e piriguetes acima do peso,  se encontra para chacoalhar ao som de Menudos, Xuxa, Leandro e Leonardo, Balão Mágico e tudo quanto é coisa que não presta. Para completar, rola um clima de pegação meio micareta. Quem entra no clima se diverte.

  • A Trash disputa com o Metrópolis o posto de balada mais tosca de SP
  • Claro, que a reportagem do @resenhaem6 se divertiu em ambas!

 

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jul
22
2011
um vilão especialmente convidado

Bleecker St. (balada+pub na V.Madalena)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


Cheguei lá com a expectativa de que a noite prometia. Uns “bons drink” aqui, uma porção deliciosa de mini kibes ali, um ambiente legal e bem decorado. Mas a música estava meia boca. A banda prometia, mas não cumpriu. Bob Marley versão samba não dá. O tédio me consumia até que resolveram: Vamos embora para um boteco qualquer? E um bar qualquer numa das esquinas da V. Madalena foi que me salvou a noite de sábado.

  • RESENHA ENVIADA PELA THAÍS VIEIRA
  • O Bleecker Street fica na Ignácio Pereira da Rocha, 367
  • Fica na frente do Morrison… imagino que o público seja o mesmo
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jul
15
2011
@julianojubash

Casa 92 (balada)

Resenhado por @julianojubash


O Largo da Batata floresce com Estações de Metrô, baladas e gente famosa morando lá. No caso, das celebridades: eu. No caso da balada: a Casa 92. Ambos bem intencionados e cheios de defeitos. A balada é feita numa daquelas casas de avó, com vários ambientes pequenos e várias áreas abertas. Os defeitos, entrada cara, playboys*, patricinhas** e poucos lugares para dançar*** e respirar ao mesmo tempo.

  • *O mais moderno é Coxinha, né?
  • ** Qual é o termo mais moderno para mina bonitinha que vai na balada para fazer cara de “estou com câimbra no ânus”, né?
  • *** Essa reclamação apurei com umas amigas.
  • A Casa 92 fica no comecinho da Av. Faria Lima
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jul
01
2011
um vilão especialmente convidado

Wall Street Bar (cervejas em ação)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


Imitando os famosos letreiros da Wall Street, em Nova Iorque, o lugar simula uma bolsa de valores de “bebidas alcólicas” oferecidas. Se muitos compram Brahma, ela fica mais cara. Se ninguém compra Antártica, fica mais barata. E de tempo em tempo, a bolsa “quebra” e tudo volta ao zero. A ideia é divertida, mas seria sensacional se não fosse tão “manipulada” pela gerência. Vale a pena conhecer.

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jun
29
2011
@julianojubash

Hot Hot (a balada que é uma fria)

Resenhado por @julianojubash


O lugar é bonito, arrumado, cheio de luzes e tem um bom espaço. Mas tudo isso não sobrevive ao público coxinha, os preços salgados e o som eletrônico zuado.  Fui numa sexta ou num sábado, não me lembro direito, mas vi pela programação que na maioria dos dias, as festas seguem esse mesmo esquema de música bate estaca sem grandes variações entre uma e outra. Para completar: filas lerdas para entrar e para pagar.

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