Certeza que esse era o show mais esperado do Lollapalooza, pela grande maioria (a qual eu não me encaixo). Eddie Vedder, como sempre, mobilizou toda a galera, cerca de 60mil pessoas, cantando loucamente as músicas do Pearl Jam. Deu parabéns a SP por aprovar o casamento gay. E fez a homenagem clássica ao Joey Ramone, momento que deu quentinho no coração. O auge pra galera foi quando ele tocou Black.
Eddie Vedder tá velho, não fez mais as peripécias que costumava fazer.
Nosferatus! Essa foi a primeira imagem que veio à cabeça quando vi The Hives no palco. Depois foi Houdini. Mais um front man doido, saltitante, Pelle Almqvist - vocalista da banda – não parava quieto, adora interagir com o público. Teve direito até uma chantagem com os fãs de Pearl Jam, rs. O som ao vivo do The Hives é incrível, juro que eu não botava fé, mas nos primeiros acordes saltitei.
Como muitos vocalista internacionais do LollaBr, Pelle, arriscou o português e mandou bem.
Um front man de primeira! Ricky Wilson é fodástico. O cara saltita, corre, interage com a câmera, canta e escala estruturas. Sim, show do Kaiser Chief tem todas essas peripécias, além de excelente músicas! A galera saltitou pacas, também Ricky não deixava parar. Ruby foi um dos clímax do show, todo mundo pulando e cantando, sendo dirigidos por o grande front man do Kaiser Chief. The Angry Mob, outro clímax, lá foi Ricky escalar estruturas!
Pra mim o melhor show do LollaBR, o mais animado!
Kaiser Chief é banda pra Festival.
Bem melhor que o show de 20o8 no Planeta Terra. Mas lá o tecladista ficou sem apendíce.
O Ricky Wilson tá MUITO magro, mas ele estava dodói.
Quando a gente a acha que a música nacional tá perdida, eis que no Palco do Kidzapalooza tem uma menina que lembra a Blossom tocando gaita, guitarra, teclado e fazendo um belo blues/ rock n´roll. Sarah Messias é de Jundiaí e tem 15 anos e já mandou bem! Um bando de marrmanjo ficou escutando ela do lado de fora do palco Kidzapalooza. Descoberta bacanuda, a música nacional tem jeito!
Ela fez uma versão de Trem das Onzes Blues, fantástica.
Sim, ela deu cambalhota tipo a abertura da Blossom, no final do show.
Na tour de 2005/2006, o Alex Kapranos (o vocalista/guitarrista do Franz Ferdinand), além de ficar tocando, escreveu uma coluna gastronômica, no The Guardian, que virou livro, Mordidas Sonoras. É uma leitura gostosinha e rápida, na qual o multiuso Kapranos mostra o lado chef sem preconceito de sabores, provou de tudo! Testículos de boi, sorvete de milho verde (ele pirou nisso) e sem restrição alimentar na China!
Todo o salão é decorado com móveis Luís XV pintados com cores fortes, paredes listradas, rola um som muito bom, ainda tem uma parte com fliperama, sinuca, jogos de tabuleiro e um brechó. Ah! Sim, têm cabelereiros, também! O atendimento é muito bom. E não fazem só cortes moderninhos, os profissionais são ótimos, manjam tudo. A relação custo e benefício é justa, além que enquanto espera pode jogar!
No último sábado do mês rola uma “baladinha” a partir das 15h, com driks e DJ.