Va lá que Will Smith nunca fez lá nenhum super épico memorável, mas nesse ele extrapolou. Deve ter pago uma grana preta pro Shyamalan e dito: “Toma aí e faz o pirralho aparecer em 99,9% do tempo do filme que eu tô cansado de pagar mesada”. Daí, Super Will do futuro quebra a perna nos primeiros 5 minutos e fica controlando o filho via Wi-Fi no planeta terra selvagem do futuro contra animais evoluídos from hell, até que o boy de repente se torna super Modafoca igual ao pai e salva o dia.
Tão ruim que não vale nem o download ilegal via torrent.
O Shyamalan devia pedir pra tirar o crédito de diretor, tá na cara que o Will fez tudo.
OK, admito, Seven Pounds é bom, mas não redime o Will desse fiasco.
No início dos ano 80, Nasi (Marcos Valadão) e Edgar Scandurra tocavam em uma série de bandas paulistas. Até que decidiram fechar a parceria e formar o núcleo base do Ira! Os três primeiros discos foram obras primas. Outro dia eu falei para uma amiga que prefiro o Nasi ao carente do Edgar. Ela me disse que o Nasi é um sem filtro. Na verdade, o Nasi é foda pra caralho e dá para saber tudo nesse livro. Ele até salvou uma namorada da morte!
Nasi e Edgar formavam uma dupla explosiva, assim como Jagger e Richards
Nos anos 90, eles se envolveram em um triângulo amoroso. O resultado foi a música “Girassol”, escrita por Scandurra
A biografia não deixa claro se Nasi comeu mais mulher ou cheirou mais cocaína. Foi um monte dos dois.
Eric Packer é um jovem bilionário que controla seus investimentos de dentro de sua limusine. É lá também que ele transa e recebe seu médico para consultas diárias. Até o dia em que ele resolve atravessar Nova York para visitar seu cabeleireiro. Em Cosmopolis, mais uma vez o diretor David Cronenberg (“A Mosca”, “Almoço Nú”) aposta no absurdo e em diálogos sem sentido. Espécie de Taxi Driver para a era das startups.
RESENHADO ESPECIALMENTE PELO VINÍCIUS AGUIARI
Quem vai ao cinema para ver um filme de ação sai #chatiado
O mocinho tem a próstata assimétrica
Passa o filme inteiro e nada da loira Sarah Gadon tirar a roupa
Paying for It é o relato dos encontros sexuais que o quadrinista Chester Brown teve com diversas prostitutas após o término de um namoro. Ele argumenta que o “amor romântico” é uma besteira, e que pagar por sexo não é (ou não deveria ser) moralmente condenável. Independente se você concorda ou não, o livro diverte e serve como um bom ponto de partida para cada um refletir sobre as suas próprias opiniões sobre sexo e amor.
Se você é pobre e impaciente, pare por aqui. São necessários 120 minutos, em média, para conseguir um lugar e pegar no cardápio – onde frango, carne, macarrão e arroz ganham nome fresco. Em média, um “mé” chique custa uns 20 reais. E um prato feito uns 50. Ambos são bem mais ou menos. Para quem é metido, ali é o lugar: lá, as pessoas gostam de exibir celulares modernos, músculos de academia, roupas da moda e conhecimentos de baladas.
RESENHADO ESPECIALMENTE PELO FABIANO CÂNDIDO
“Fui porque minha esposa me obrigou”, disse Fabiano
O Spot fica na Alameda Ministro Rocha Azevedo, 72 (perto da Av.Paulista)
Não, não tem nada a ver com o Kinder Ovo – tirando o formato oval. O gosto nem é parecido. Ainda assim, esses ovinhos são danados de bom. Chocolate ao leite por fora e creminho de avelãs por dentro, a melhor dica que eu posso dar é: nem experimente. É tão gostoso que não dá pra parar de comer no primeiro e, pra agravar, é difícil de encontrar e o preço vem em dólar.