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Falar de quem já morreu é fácil. Mais fácil ainda é levantar uma bola absurdamente alta para que todos os jornais e revistas passem a divulgar seu livro, falando bem ou mal dele. É o que acontece com o “Great Soul”, onde o jornalista Joseph Lelyveld diz que Mahatma Gandhi era gay e chegou a dividir um apartamento com um fisiculturista judeu de origem alemã. O autor só esqueceu de chutar para o gol, indo realmente onde importa.



