Resenha em 6

Resenhas de filmes, livros, músicas, restaurantes, bares, produtos, programas de TV e afins, em até seis linhas.

abr
21
2012
Felipe Tazzo

Jogos Vorazes (o filme)

Resenhado por Felipe Tazzo

Como toda adaptação, livro e filme divergem, o que neste caso, valeu a pena. É típico hollywood, mas como os livros são fracos, até que combinou. Os jogos são ao vivo, o diretor perdeu uma linda oportunidade de misturar linguagens de televisão no meio do filme. Como a audiência alvo é adolescente, tem pouco sangue e violência. Mas tem o Woody Harrelson mandando bem como o mentor bebaço dos lutadores.

  • Tem também o Lenny Kravitz(!) fazendo um papel. Nada especial, na verdade.
  • Para espremer um livro inteiro (bom, partes dele ao menos), o filme demora 2h24. Até que passa rápido. Como o livro.
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abr
21
2012
Felipe Tazzo

Jogos vorazes (os livros)

Resenhado por Felipe Tazzo

A trilogia “Os Jogos Vorazes” é mais uma tentativa de congregar o público adolescente. Em um futuro distópico, adolescentes são obrigados a se matar em uma arena toda televisionada. Misturando jogos romanos e big brother, a autora se comporta como uma menininha descrevendo cada refeição, cada vestido, cada corte de cabelo, cada maquiagem… É um livro leve e rápido, mas muito fraco e raso.

  • Há muita possibilidade de sentimentos e reflexões para uma personagem frente à própria morte. A autora nem pensou nisso.
  • Há muita possibilidade para uma ficção científica, novamente, nem perto.
  • Os livros variam de R$ 25 a R$ 42. O Box com os três, R$ 89. Não vale a pena. Pirateia que você ganha mais.
  • *** SPOILER ALERT*** (selecione o texto para conseguir ler) O primeiro livro trata sobre os jogos, o segundo, previsivelmente,  retorno aos jogos. O terceirdescreve como os povos se rebelam contra os jogos.
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abr
19
2012
Felipe Tazzo

Whopper Furioso (e suas batatas deprimidas)

Resenhado por Felipe Tazzo

BK não é nada mau como junk. O Furioso segue a linha: é grande, tem vários ingredientes, já vem com bacon picadinho de série (o que é ótimo para a crocância!) e traz como novidade o jalapeño fatiado e o tal molho furioso. O jalapeño até marca sua presença, mas o molho de furioso não tem nada. Não chega nem a mau humorado. Talvez preocupado. Já as batatas (com o mesmo molho e bacon), nem isso.

  • R$ 20 o combo – caro para entupir as artérias
  • Eu que tenho língua de lixa, da próxima vez vou tentar com o triplo de jalapeño – e ficar longe das batatas.
  • O combo tem free refil por meia hora – ?!?!?
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abr
02
2012
Felipe Tazzo

Wäls Petroleum (Guiness on steroids!)

Resenhado por Felipe Tazzo

Essa sensacional cerveja é um chute no peito logo no primeiro gole. O nome incrivelmente adequado explica tudo: é preta e densa e quase não faz espuma. Os sabores são os mesmos de todas as boas stouts: caramelo, café, etc, só que muito, mas muito mais fortes. Depois de você se recuperar da porrada dos primeiros goles, vai se acostumando e se preparando para passar a próxima hora mastigando essa bruta.

  • O nome completo é Wäls Petroleum Russian Imperial Stout feita de uma fórmula – dizem – de exportação para a família imperial russa. Sei…
  • A garrafinha de 375 ml custou-me R$ 26,50 e uma noite toda.
  • É feita em Béurizonte!
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  • Já para comprar petróleo de verdade, confira O Guia do Fim do Mês.

 


fev
28
2012
Felipe Tazzo

“Vai Fundo!”, de Gary Vaynerchuck (auto-ajuda finaneira)

Resenhado por Felipe Tazzo

Esse doido de pedra ficou milionário enchendo a cara de vinho, tanto na loja da família dele quanto em inúmeros videocasts e agora ele decidiu explicar para todo mundo como se faz. Com um tom de pastor de igreja, ele insiste incansavelmente em como ganhar dinheiro fazendo apenas o que gosta e dá muita informação útil para quem quer buscar independência financeira na internet. Vale a pena.

  • É, o título em português dá uma idéia totalmente errada.
  • Ele não manja lá muito de mídias sociais, então chamar ele de ‘guru’ é meio exagerado…
  • O livro anda custando ardidos R$ 39,90 por aí.
  • A resenha completa está lá em O Guia do Fim do Mês.
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fev
25
2012
Felipe Tazzo

Guaraná Cruzeiro (a tubaína que deu certo!)

Resenhado por Felipe Tazzo

Em edição comemorativa, esse simpático guaraná retorna com o rótulo e garrafa semelhantes ao de seu lançamento, em 1948. Depoimentos por aí dizem que o sabor mudou ao longo das décadas (quem duvida?), o que deve ter sido uma boa, porque este está consistente e suave. Como é fabricado em Leme (interior de SP), vai ser difícil achar por aí, mas vale cada um dos míseros R$ 2 e pouco que se cobra nele.

  • Como todos os guaranás tem esse gosto de infância de tubaína, até o Kwat, é de se pensar que o único que não sabe o que está fazendo é o da Antártica.
  • Ainda não me conformo com o preço da garrafa de 600 ml – R$ 2!
  • Quer conhecer outro excelente investimento? www.oguiadofimdomes.com.br
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fev
17
2012
Felipe Tazzo

La Brunette (stout brasileira)

Resenhado por Felipe Tazzo

Sabe aquele gostinho sutil de café ou de caramelo queimado que fica no fundinho das boas cervejas pretas? Essa água de esgoto só tem esse sabor, que acaba dominando tudo. Além disso, a cerveja faz uma espuma grossa e sem gosto que simplesmente desaparece deixando o aspecto de fim de churrasco. Em compensação, o rótulo é tudo aquilo que a Devassa queria ser mas nunca vai ter classe suficiente para isso.

  • Meio aguada também.
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  • Inventei uma nova: O Guia do Fim do Mês, para ajudar a sobrar dinheiro para tomar cervejas boas (não essa!)

jan
31
2012
Felipe Tazzo

Duff Beer brazuca (fail reloaded!)

Resenhado por Felipe Tazzo

Depois de resenhar a breja errada aqui e ser chamado na chincha pelo fabricante nacional, topei o desafio e fui experimentar a real versão brazuca. O veredicto é… quase! A textura é macia e encorpada e anuncia um sabor rico que na verdade nunca chega. Deve ser um fenômeno novo da física uma cerveja com textura perfeita e nenhum, absolutamente nenhum gosto. Sorry, Saint Beer, não foi dessa vez.

  • O preço continua R$ 14,9o
  • O site continua na pavorosa empreitada de ser “jovem”. Eca…
  • Ainda nenhum sinal do Homer
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  • Quer aprender a deixar sobrar dinheiro no final do mês para tomar todas? www.oguiadofimdomes.com.br
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dez
28
2011
Felipe Tazzo

Ecobier (qualquer coisa é desculpa para ecologia)

Resenhado por Felipe Tazzo

Mais uma fabricação da Krill, mas dessa vez, mais próxima do famoso estilo esgoto que fez a história da marca. Em um esforço de tentar criar uma cerveja sustentável (com cuidados com a captação da água e até embalagens de papel reciclado, ou seja, nenhuma novidade). O resultado desse esforço todo é que a Krill parece ter usado ingredientes reciclados do lixo e água da privada.

  • O gosto que isso deixa na boca é de dar vontade de sair assassinando micos-leões dourados.
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dez
28
2011
Felipe Tazzo

Valpolicella Club des Sommeliers (para pagar uma de playboy)

Resenhado por Felipe Tazzo

 

Em geral, marcas próprias dos supermercados são de boa qualidade e baratas. Ou vinhos exigem mais cuidado ou o Pão de Açúcar errou muito feio. Não é preciso entender picas de vinho (meu caso) para sacar que o Valpolicella deles é uma versão diluída, no sentido literal! O rótulo (que é mais propaganda do que informações) diz em letras muito miúdas que essa garrafa foi produzida com ao menos 27 uvas diferentes.

  • Dá a impressão que esse vinho é o resto de uma tonelada de outros vinhos misturados, esquema cooperativa como eram os Liebfraumilch
  • Custa entre R$ 20 e R$ 25. Por R$ 10 a mais dá para comprar um Valpolicella de verdade.
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