Resenha em 6

Resenhas de filmes, livros, músicas, restaurantes, bares, produtos, programas de TV e afins, em até seis linhas.

jan
20
2012
@julianojubash

#2 – Nazareno/Tavares – Top 6 Chico Anysio

Resenhado por @julianojubash


Os dois personagens empatam em segundo não pela semelhança entre eles, mas, por conta da tradução precisa do sentimento do marido beberrão, casado com uma mulher feia. Em ambos, os bordões, as esposas e as empregadas boazudas marcaram época como o clichê preferido da comédia da TV brasileira. Hoje os dois seriam proibidos.

 

  • Essa série de posts é uma homenagem ao Chico mais inteligente do Brasil, que está fodido no hospital.
  • Torço muito para que ele escape mais uma vez.
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dez
07
2011
@julianojubash

Kuduro Mix – Various Artists (torça para isso não fazer sucesso!)

Resenhado por @julianojubash


Você, criado a leite com pera e ovomaltino na geladeira, reclamou do Pagode, do Axé, do Forró, do Calypso, do Funky, do Sertanejo Universitário. Mas a mãe de todas as ameaças ainda está por vir. Ela atende pelo nome de Kuduro, muito embora fique bem longe do ritmo africano original. O lance é uma mistura de batida de Dance Music com tecladinho de Forró e letra de MC Serginho. Se souber rezar, reze para isso não prosperar.

  • Para deixar a coisa ainda mais tensa, tem uns manos angolanos ou moçambicanos cantando
  • Além do sotaque de portuga, eles falam em bater em mulher e coisas do gênero. Uns fofos.
  • E eu me submeti a ouvir isso, só para ganhar uns comentários no blog…
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dez
02
2011
@julianojubash

Gigolo Europeu por Acidente (comédia)

Resenhado por @julianojubash


Se o roteiro do primeiro filme já era absurdo, nessa sequência a coisa atinge um nível inacreditável. As clientes do gigolo estão ainda mais bizarras e existe até um parlamento dos prostitutos. A cena final, aliás, encaixa essas duas coisas de um jeito inesquecível. É filme para rir igual porquinho do começo até o final (se você não for um puta chato politicamente correto, claro).

  • Esse filme é velho, dá para achar na locadora baratinho
  • Na TV paga passa direto também. Vale a pena
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set
22
2011
@julianojubash

Agora é tarde (Talk Show do @DaniloGentili)

Resenhado por @julianojubash


O padrão de talk show da TV brasileira é baixíssimo. Por isso, até que o Gentili com sua voz fininha e piadas fracas consegue fazer um programa decente. A edição é ágil e a linguagem é mais solta que a dos jurássicos Jô e Gabi. Achei desnecessário e sem graça a participação de outros carinhas de ‘stand-up’ no programa, mas foi uma boa por o Ultraje a Rigor como banda de apoio. Resumo: é fraco mas pode melhorar com o tempo.

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set
19
2011
@julianojubash

Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (clássico que você não viu ou não lembra direito)

Resenhado por @julianojubash


Pegue um amigo ou conhecido que morre de dar risada com o stand-up-sem-graça-comedy dos carinhas do CQC/MTV e mostre esse filme. Aposto que a vida do figura vai mudar. Ele verá que, já em 1975, era possível fazer humor non sense, pastelão e inteligente tudo ao mesmo tempo. Sem apelar para gritaria ou clichês. Das melhores comédias já feitas. Vale ver e rever. Ni.

  • Tem algum clássico que você não viu ou não lembra direito?
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set
16
2011
@julianojubash

Amoral da História (série do Multishow)

Resenhado por @julianojubash


Num formatinho leve e rápido, Fernanda Torres  interpreta as ‘Fábulas Fabulosas’, escritas por Millôr. É um humor meio bonzinho, meio água com acçúcar… mas a produção usou uma arma infalível: Sir Luis Carlos Miéle. E por causa dele, o programa fica muito legal. O velho crooner encara papéis ridículos sem um pingo de vergonha. E brilha.

 

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set
08
2011
CarolaCifuentes

Encruzilhada (HQ)

Resenhado por CarolaCifuentes

 

Becos, ruas, condomínios, vielas da cidade de São Paulo, são os cenários para personagens como: uma garota de programa, uma vendedora ambulante de DVD pirata, um viciado em crack, um ladrão de carros e uma adolescente. Histórias que mostram a asfixiante vida urbana e a interação que o cinema, TV, arte urbana; e como são todos engolidos pelo consumo. A arte é simples, mas expressa o contexto perfeitamente.

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set
06
2011
Renato Dell

Absolut Watkins (vodka limitada)

Resenhado por Renato Dell

Não vou mentir: comprei por pura e simples curiosidade, somada ao fato da garrafa ser bonita, da designer Liselotte Watkins. Vodka saborizada de café e amêndoas, que eu não fazia a mínima ideia do sabor até prová-la. Caiu muito bem com Coca Cola ou tônica, mas pura com gelo ficou ruim. Igual a Tropics, ela foi vendida exclusivamente nas lojas duty free.

  • Um pouco mais cara que as convencionais, custou 23 verdinhas do Tio Sam.
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ago
15
2011
um vilão especialmente convidado

Sertanejo Pop Festival (SWU do Sertanejo Universitário)

Resenhado por um vilão especialmente convidado


Terra, ordas de pré-adolescentes bêbados, enormes filas de carros e shows memoráveis. Quem pagou 160 paus para curtir o Wood Stock Sertanejo não se arrependeu de enfrentar tudo isso. Até antes de entrar no palco Jorge e Mateus já estavam levantando a galera e no show mandaram bem como de costume.

  • Molecadinha chegava chapada, porque dentro a cerveja era 6 reais.
  • O show do Jorge Mateus parou por causa de briga. Mas foi a única que eu vi.
  • No sábado, demorei mais ou menos 1 hora para chegar, 40 minutos para sair
  • RESENHADO ESPECIALMENTE POR MANUEL DA ROCHA
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ago
05
2011
@julianojubash

Armação Ilimitada (seriado meio genial dos anos 80)

Resenhado por @julianojubash


Exemplo máximo de criatividade e liberdade na TV Brasileira, o seriado usava uma linguagem debochada e esperta para falar com os jovens. Tudo é bem diferente do politicamente correto de hoje. Juba e Lula são vagabundos que fazem bicos para manter sua “empresa”, enquanto dividem a mesma mina (Zelda) e adotam um moleque de rua (bacana).

  • Andrea Beltrão interpreta a jornalista de cultura Zelda Scott, a primeira hipster do Brasil, e está a coisinha mais linda do mundo.
  • O seriado está sendo reprisado pelo canal Viva aos domingos.
  • A inesquecível música de abertura copia o riff de Say What You Will, da banda Fastway
  • E quem toca guitarra nesse som é o guitarrista do Motörhead!
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