Liber (A cerveja sem álcool que fará você voltar a ser alcoólatra)

liber
Não importa o motivo que fez uma cerveja sem álcool entrar em sua vida, não perca o tempo com essa em particular. Ela não serve nem trincando e definitivamente não vai te ajudar nessa heroica jornada no mundo das 0,0% de álcool. A melhor definição para o sabor dela é algo como uma “porção de azeitona líquida”. Para acompanhar os amigos no boteco, livre do álcool, a melhor escolha é a Brahma Zero, que dá uma goleada na intragável Liber.

  •  Fique de olho na validade das latas. Sem saída fácil, as zero álcool podem ficar esquecidas nas prateleiras.
  • Optar por uma sem álcool com o gosto ruim torna a tarefa de não beber mais difícil.
  • Existem, sim, algumas opções gostosas sem álcool ou com um baixo teor. Resenhas em breve.
  • RESENHADO ESPECIALMENTE PELO GUSTAVO KAHIL, do blog ANALISTA DE BAR

A Saga da Fênix Negra (HQ Clássica)

10428580_10153217608554063_7809338511540265375_n

No finalzinho dos anos 1970, a dupla Claremont e Byrne assumiu os X-men. Ressuscitaram os heróis e os transformaram no maior sucesso da Marvel. Entre as antológicas histórias que produziram, “A Saga da Fênix Negra”. Neste arco, estão alguns dos diálogos e quadros mais icônicos já produzidos para o gênero. Relendo agora, 30 anos depois da primeira vez, me lembrava de tudo. E tudo continua tão bom quanto na minha memória.

  • As histórias da dupla serviram de base para a série de filmes dos mutantes. O terceiro filme, por exemplo, é uma versão desta saga.
  • “Dias de Um Futuro Esquecido”, outro arco seminal da dupla, foi adaptado no último filme dos alunos do Professor X.
  • Esta edição é americana. Mas não duvido que a Panini lance em breve por aqui. (Se é que já não lançou.)

Senhor das Armas (Da série filmes velhos que eu nunca vi e nunca deveria ter visto)

nicholas cage senhor guerra
Esse filme cairia bem em 1995. Há vinte anos, a gente ainda caia na arapuca da receitinha com roteiro salpicado de frases de efeito, protagonista figurão, violência, algum humor, tipo o primeiro “Missão Impossível”. Como vi essa bagaça em 2015, achei tudo muito tedioso e óbvio. Às vezes parece comercial de vodca sem vodca, com o Nicholas Cage caindo aos pedaços. Não, isso seria engraçado. Senhor das Armas é só patético mesmo.

  • O diretor foi roteirista de outros filmes meia-boca: S1m0ne, O Show de Truman Show e Gattaca
  • O filme foi lançado em 2005. Nicholas Cage ainda não era meme.
  • Siga o Resenha no Twitter: @resenhaem6

Weezer – Everything will be alright in the end (O Weezer voltou!)

weezer
Depois de chafurdar na péssima ideia de virar banda pop, abusando de tecladinhos de dance music, o Weezer lavou o rosto, fez a barba, penteou o cabelo e veio cheio de sinceridade pedir desculpas. Quem ouvir “Back to the Shack” vai dar esse perdão. Na letra e no som dessa faixa, o Weezer literalmente pede perdão pelos discos de merda que fez. No resto do álbum novo, segue-se a redenção (embora não haja nenhum grande destaque). De toda forma, estão perdoados!

  • Dá para dizer que é o primeiro disco do Weezer desde 2005
  • Na verdade, eles fizeram outros três. Um pior que o outro.
  •  Até no clipe eles apostaram na simplicidade. Veja e ouça Back to the Shack

Get on Up (A vida e as canalhices de James Brown em filme)

james brown filme download gratis
James Brown foi o maior filho da puta do mundo. Não só porque sua progenitora realmente se prostituiu como também pela sua sólida carreira de canalhices. Nessa cinebiografia, a história da construção da fase rica e bem-sucedida de Presidente do Funk é misturada sem qualquer linearidade às agruras das origens miseráveis. Só que não tem problema. Faminto e pobre ou rico e chapado, James Brown é o maior filho da puta do mundo. Sorte ele ser também um gênio.

  • O filme chama “Get on Up” por mostrar o camarada que grita “Get on Up” em Sex Machine
  •  Esse cara do “Get on Up” chama-se Bobby Byrd. Ele segura as pontas do Brown a vida toda.
  • O trailer está aqui: Get on Up

 

Picolé de Ovomaltine (Uma fria decepção)

ovo
Eu esperava por uma casquinha de chocolate ao melhor estilo picolé Brigadeiro da Kibon. Mas nada disso. O Ovomaltine no palito decepciona assim que você abre o pacotinho, que vem com aquela fitinha vermelha “abre-fácil”. A aparência do picolé é horrível. A consistência é a de um sorvete de flocos comum. Não dá pra sentir a “crocância” dos grãos. Enfim, não vale os 8,80 reais pagos por ele. Não compraria outro. É bem melhor ficar com o milk-shake do Bob’s ou com o Mc Flurry.

  • RESENHADO ESPECIALMENTE PELO GUSTAVO KAHIL
  • Gustavo também escreve sobre finanças e sobre a vida no blog “Analista de Bar”